
A Estátua do governador José Augusto Bezerra de Medeiros , na cidade de Caicó-rn, foi erguida a estátua do patrono da praça. O ato de inauguração, em 22 de setembro de 1957, foi presidido pelo Prefeito José Benévolo Xavier (1954 a 1958). Contou com a presença de lideranças políticas locais e estaduais e de um público numeroso. Caicó redimia-se da injustiça cometida contra seu filho ilustre, o Dr. José Augusto que foi, nas palavras de Araújo (1998), um “político e educador militante”.
QUEM FOI JOSÉ AUGUSTO
José Augusto Bezerra de Medeiros nasceu na Cidade do Príncipe (Caicó) aos 22 de setembro de 1884, sendo seus pais o Prof. Manuel Bezerra de Araújo e D. Cândida Olindina de Medeiros. Bacharelou-se em 1905 em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife. Professor de História e Geografia no Ateneu Norte-riograndense em Natal. Juiz de Direito da Comarca de Caicó, de março de 1912 a abril de 1913. Deputado Estadual, Deputado Federal por 05 legislaturas, Governador do Estado, Senador da República por duas vezes. Conquistou e honrou títulos honoríficos de instituições estrangeiras e nacionais. Dirigiu as revistas A Educação (1922 a 1924) e Revista Brasileira de Educação (1929 a 1930). Colaborou como redator em diversos jornais. Intelectual, escreveu várias obras. Dentre elas: Pela Educação Nacional – 1918, A Representação Profissional nas Democracias – 1933, Famílias Seridoenses – 1940, O Sal e o Algodão na Economia Potiguar – 1946, Seridó – 1954 e Amaro Cavalcanti – 1954. Faleceu no Rio de Janeiro no dia 28 de maio de 1971.
QUEM FOI JOSÉ AUGUSTO
José Augusto Bezerra de Medeiros nasceu na Cidade do Príncipe (Caicó) aos 22 de setembro de 1884, sendo seus pais o Prof. Manuel Bezerra de Araújo e D. Cândida Olindina de Medeiros. Bacharelou-se em 1905 em Ciências Jurídicas e Sociais pela Faculdade de Direito do Recife. Professor de História e Geografia no Ateneu Norte-riograndense em Natal. Juiz de Direito da Comarca de Caicó, de março de 1912 a abril de 1913. Deputado Estadual, Deputado Federal por 05 legislaturas, Governador do Estado, Senador da República por duas vezes. Conquistou e honrou títulos honoríficos de instituições estrangeiras e nacionais. Dirigiu as revistas A Educação (1922 a 1924) e Revista Brasileira de Educação (1929 a 1930). Colaborou como redator em diversos jornais. Intelectual, escreveu várias obras. Dentre elas: Pela Educação Nacional – 1918, A Representação Profissional nas Democracias – 1933, Famílias Seridoenses – 1940, O Sal e o Algodão na Economia Potiguar – 1946, Seridó – 1954 e Amaro Cavalcanti – 1954. Faleceu no Rio de Janeiro no dia 28 de maio de 1971.
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